Artigo – Empregabilidade: bom para quem?

Muitos profissionais vivem se questionando porque não são reconhecidos por seus líderes ou pela empresa que atuam. É muito provável que se entendessem a aplicação do termo “Empregabilidade” encontrariam alguma resposta.

A velocidade da informação, ou melhor, a velocidade da circulação das informações em decorrência dos avanços tecnológicos gera uma verdadeira histeria profissional e atualizar-se é simplesmente vital.

Mas qual o melhor termômetro para avaliar o nível de competências desenvolvidas de um profissional? Minha sugestão: exposição.

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Afinal, estou bem no meu trabalho?

Isso mesmo, o profissional deve periodicamente (a cada ano, por exemplo) atualizar seu currículo e colocá-lo no mercado, mesmo que esteja em situação empregatícia confortável. Submeter-se a processos de recrutamento e seleção irá demonstrar-lhe quais as necessidades e exigências que o mercado busca. Desta forma, poderá avaliar melhor sua situação atual e tirar algumas conclusões como:

  1. Se o mercado estiver receptivo e remunerando adequadamente profissionais com seu perfil, pode significar que a atual empresa não esteja lhe dando o merecido reconhecimento.
  2. Por outro lado, se depois de várias entrevistas, os convites forem poucos e/ou abaixo da posição atual, certamente acenderá uma luz amarela, indicando onde o profissional deve investir seus conhecimentos e desenvolvimento profissional.

Mas e as empresas, o que ganham com isso?

Simples. Que tipo de empresa deseja ter profissionais que seus concorrentes não contratariam? É uma via de mão dupla. Profissionais capacitam-se mais e melhor, enquanto empresas geram mais oportunidades e reconhecimentos para profissionais talentosos e comprometidos.

Forte abraço,
Maurício Seriacopi

Artigo – Festa de confraternização na empresa: para que?

Sempre que chega o último trimestre do ano, os profissionais da área de recursos humanos começam a ficar com os cabelos em pé. É o momento de pensar, estruturar e executar a festa de confraternização!

Mas, afinal, para que servem essas festas? São festas de confraternização ou de manipulação?

Há quem pense que promover um churrasco com cerveja e pagode nas dependências da empresa ou mesmo em um sítio, poderá resolver ou apagar todos os problemas vivenciados durante o ano todo. E mais, basta uma festinha para que todos possam se sentir renovados para que tenham um comportamento mais assertivo no ano que está por vir.

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Confraternização de fim de ano: o último desafio do ano para a equipe de RH.

O efeito, quando positivo, é passageiro. Porém não é muito raro observar que os funcionários se sentem desconfortados, indiferentes e desejosos para que chegue ao final para participarem do sorteio e caírem fora. Isso quando não reclamam dos prêmios dizendo que prefeririam sua parte em dinheiro.

E quem fica com a responsabilidade de resolver essa equação? Exatamente: cabe aos profissionais de Recursos Humanos serem criativos para não caírem na mesmice e realizarem eventos surpreendentes que possam promover, além da descontração e festividade, futuros resultados com mudanças comportamentais e incentivadoras. Afinal, já não são considerados pela maioria das organizações como integrantes de uma área burocrática e operacional, mas de um departamento de fundamental participação estratégica.

Para quem busca fazer um evento diferenciado e que agregue valor, uma boa alternativa é buscar auxílio de empresas especializadas em gestão corporativa, capazes de promover eventos com ações lúdicas, com conteúdo e muito criatividade. O ideal é que o evento atrele conceitos como liderança, organização, planejamento, trabalho em equipe, sustentabilidade, civilidade, resultados e muitos outros tão necessários e até vitais à sobrevivência de uma empresa proporcionando não apenas uma verdadeira confraternização pelo encerramento de mais uma etapa, mas dando boas vindas a um ano próspero e com sentido real de união para que todos sejam beneficiados pelos seus empenhos.

Sabe-se que por muitas vezes a tentativa é agradar a Gregos e Troianos suportando pressão de todos os lados: colaboradores que disputam entre “festinha” na empresa, churrasco com cerveja e pagode em um sítio, almoço breve para poderem ser dispensados mais cedo e por aí vai. É preciso também superar as habituais resistências do financeiro na liberação de verba. Já a diretoria não espera nada menos que a perfeição.

Por muitas vezes a competência se revela pela humildade. Querer resolver todas as questões colocando as “mãos na massa” não é a melhor alternativa e pode comprometer profundamente a imagem da área e até mesmo da empresa. Saber o momento certo de recorrer a parceiros é uma grande demonstração de posicionamento e visão. Escolhendo tais parceiros que sejam confiáveis e experientes, como se fossem extensão da própria área de recursos humanos poderá trazer um reconhecimento direto, não apenas pelo sucesso, mas também pela sabedoria e coragem nas tomadas de decisões.

O primeiro passo a ser dado para que os profissionais de recursos humanos para conquistarem e consolidarem a posição de área estratégica é ter visão ampla, consequentemente, saber que correr riscos está atrelado às suas características pessoais e profissionais.

Um desafio e tanto.

Forte abraço,
Maurício Seriacopi